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Wall Street Recua com Tensão no Oriente Médio e Foco em Balanços; Petróleo Flutua e Ouro Cede

Wall Street em Alerta com Geopolítica e Resultados

As bolsas de Nova York encerraram o pregão em baixa, refletindo o nervosismo crescente dos investidores em relação à escalada de tensões no Oriente Médio e a temporada de balanços corporativos. O temor de um conflito mais amplo na região, somado à expectativa pelos resultados financeiros das empresas, pesou sobre o sentimento do mercado, levando o Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq a registrarem perdas.

Petróleo Próximo de US$ 100 em Meio à Incerteza

O preço do petróleo Brent operou perto da marca de US$ 100 o barril, impulsionado pela incerteza em torno das negociações entre os Estados Unidos e o Irã, bem como pelas sanções impostas pelos EUA a fornecedores de armas iranianos. A volatilidade no mercado de energia é um reflexo direto das preocupações geopolíticas, com a Petrobras (PETR3; PETR4) sendo apontada pela XP como uma das beneficiadas pela situação, embora a estatal tenha devolvido parte dos ganhos recentes.

Ouro em Baixa e Destaques Corporativos Brasileiros

Em contrapartida, o ouro fechou em baixa, apesar do impasse geopolítico, indicando uma busca por ativos considerados mais seguros em momentos de incerteza. No cenário corporativo brasileiro, o setor elétrico está no radar, com análises do Safra sobre Axia (AXIA3) e Copel (CPLE3), enquanto Auren (AURE3) pode se beneficiar. A Brava Energia (BRAV3) aprovou dividendos significativos. A Raízen (RAIZ4) negocia uma reestruturação, e o crédito privado em elétricas como CPFL, Eletrobras e Taesa é analisado pelo Itaú BBA.

Economia em Foco: Inflação e Selic em Alta

No Brasil, os economistas revisaram para cima suas projeções para a inflação e a taxa Selic, conforme apontado pelo Boletim Focus. Paralelamente, o governo avança com um novo projeto de R$ 1,4 bilhão para asfaltar a BR-319, enfrentando resistência de Justiça e ambientalistas. A decisão sobre biocombustíveis também segue no radar do agronegócio global.