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Wall Street reage a negociações EUA-Irã e balanços, enquanto Ibovespa flerta com 200 mil pontos e Petrobras e BB são destaques

Mercados globais observam movimentações diplomáticas e corporativas

Wall Street apresentou alta impulsionada por notícias de tratativas entre Estados Unidos e Irã, em um cenário de atenção global às tensões no Oriente Médio. Paralelamente, a divulgação de balanços corporativos nos EUA tem direcionado o humor dos investidores, com empresas apresentando resultados mistos que afetam a performance de seus papéis.

Ibovespa em busca de novos recordes, mas com ressalvas

No Brasil, o Ibovespa se aproxima da marca histórica de 200 mil pontos, refletindo um apetite por risco em parte do mercado. No entanto, analistas sinalizam que o rali pode estar próximo do fim, com fatores como a trajetória do petróleo, incertezas geopolíticas e dados do PIB em foco. A B3, por sua vez, registrou recorde recente com giro de R$ 120 bilhões em um único pregão, demonstrando liquidez no mercado doméstico.

Petróleo, Banco do Brasil e Marcopolo em destaque

A volatilidade do preço do petróleo, influenciada pelas tensões globais, continua sendo um fator crucial para a economia brasileira e para o desempenho de empresas como a Petrobras. No setor financeiro, o Banco do Brasil (BBAS3) está sob os holofotes. Apesar de o CEO apontar um ponto de inflexão na inadimplência do agronegócio, analistas do BTG veem piora no cenário, com projeções de desempenho mais fraco no primeiro trimestre de 2026, o que pressionou as ações do banco. Em contrapartida, a Marcopolo (POMO4) anunciou o pagamento de juros sobre capital próprio, agradando acionistas.

Outros destaques corporativos e regulatórios

O mercado também reage a notícias como a notificação de saída de uma inquilina importante para um fundo imobiliário, que responde por 19% de sua receita. A Raízen (RAIZ4) enfrenta uma negociação delicada com credores que desejam 90% da empresa em troca de dívida. No setor de varejo, o fim da escala 6×1 pode impactar as margens, com debates sobre sua implementação via PEC ou projeto de lei. O Banco Central interveio ao decretar a liquidação extrajudicial de uma cooperativa de crédito, enquanto a Polícia Federal investiga um esquema de propina envolvendo o ex-presidente do BRB. A TSMC elevou projeções mesmo com tensões no Oriente Médio, e o governo anunciou acesso a mais R$ 15 bilhões do programa Brasil Soberano para setores específicos.