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Tereos Mantém Moagem de Cana Estável em 18 Milhões de Toneladas para Safra 2026/27 no Brasil, Apesar da Venda de Unidade

Otimização Estratégica para Competitividade

A Tereos, gigante francesa do setor de açúcar e etanol, projeta uma moagem de cana-de-açúcar estável de 18 milhões de toneladas no Brasil para a safra 2026/27. Este volume se mantém em linha com o ciclo anterior, mesmo após a recente venda da unidade Andrade, em Ribeirão Preto (SP). A companhia, que agora opera com cinco usinas industriais concentradas no noroeste paulista – uma delas hibernada –, busca com essa reorganização otimizar suas operações agrícolas, industriais e logísticas, além de fortalecer sua estrutura de capital.

Investimentos em Tecnologia e Planejamento Agrícola

Em preparação para a nova safra, a Tereos realizou investimentos significativos em seu planejamento agrícola e frota. A empresa adquiriu 23 tratores e 11 colhedoras para garantir que os ativos operem dentro das melhores janelas econômicas e técnicas, minimizando falhas. Além disso, a integração da Torre de Tratos ao Centro de Operações Agroindustriais permitirá a captação e análise em tempo real de dados diretamente dos equipamentos agrícolas. Essas informações estratégicas, como mapas de aplicação e tempo de motor ocioso, visam aumentar a eficiência operacional.

Navegando em um Mercado Desafiador

Apesar do cenário global de preços baixos no mercado de açúcar bruto, com cotações próximas aos menores níveis em cinco anos na bolsa de Nova York, a Tereos demonstra confiança em sua capacidade de entregar resultados sólidos. Pierre Santoul, diretor-presidente da Tereos Brasil, destacou em nota o início da safra 2026/27 com otimismo, mesmo diante da tendência de preços desfavoráveis. A empresa também reforça um planejamento agrícola estruturado para mitigar os impactos da variabilidade climática e de períodos de estiagem.

Mix de Produção e Perspectivas Futuras

A Tereos é conhecida por ter um ‘mix’ de produção com maior foco em açúcar em comparação com a média do mercado. Embora a empresa não tenha divulgado a destinação específica da cana para a fabricação de açúcar e etanol para a safra 2026/27, a estratégia de consolidar operações sugere um foco em maximizar a eficiência em suas unidades remanescentes. Em um contexto de recuperação esperada das produtividades agrícolas, a companhia busca manter sua competitividade e agregar valor ao negócio.