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Tensão no Oriente Médio e Fala de Trump Derrubam Ibovespa e Bolsas Globais; Dólar e Petróleo Disparam

Mercados em Alerta com Declarações de Trump

A Páscoa dos investidores foi amarga nesta segunda-feira (02). O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, registrou uma queda superior a 1%, refletindo o nervosismo generalizado nos mercados globais. O motivo principal foi o endurecimento do discurso do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em relação ao Irã, aumentando a apreensão sobre um possível recrudescimento do conflito no Oriente Médio.

Reação Imediata dos Mercados

As bolsas internacionais acompanharam a tendência de queda, com Wall Street despencando após as declarações de Trump. Em contrapartida, o dólar e o preço do petróleo dispararam no mercado internacional, impulsionados pela aversão ao risco. A instabilidade geopolítica eleva a demanda por ativos considerados seguros, como o dólar, e pressiona os preços das commodities energéticas diante da possibilidade de interrupções no fornecimento.

Impacto no Brasil e Outras Notícias Relevantes

No cenário corporativo brasileiro, o IRB (Re) anunciou o pagamento de R$ 48,6 milhões em dividendos e aprovou R$ 77,9 milhões em Juros sobre Capital Próprio (JCP), com pagamentos previstos até julho. O BTG Pactual, por sua vez, divulgou suas recomendações de investimento para abril, destacando 15 fundos imobiliários com potencial de dividendo de 11% e 10 small caps promissoras. O Inter também apresentou suas perspectivas para o Ibovespa, que acumulou uma alta de mais de 16% no primeiro trimestre.

Cenário de Combustíveis e Gastos Públicos

Em outra frente, o debate sobre a composição dos combustíveis ganhou destaque com a afirmação de Plinio Nastari, que defendeu a implementação imediata do E32 (mistura de etanol na gasolina) e do B17 (mistura de biodiesel no diesel). Enquanto isso, projeções do BTG apontam que o gasto público pode crescer R$ 215 bilhões em 2026, indicando um possível aumento nas despesas governamentais. A Vale (VALE3) recebeu uma notícia positiva com a elevação de recomendação para compra pelo BofA.