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Rejeição a Trump Atinge 62% em Meio a Tensão com Irã e Crise no Vaticano, Revela Pesquisa

Crescente Desaprovação Presidencial em Cenário Global Instável

Uma recente pesquisa aponta que 62% dos americanos desaprovam o governo do presidente Donald Trump. Este índice de rejeição surge em um momento de escalada de tensões no Oriente Médio, com a contínua instabilidade envolvendo o Irã, e uma crise diplomática com o Vaticano. Os conflitos geopolíticos têm reflexos diretos nos mercados globais, com o preço do petróleo operando próximo aos US$ 100 o barril e o ouro registrando quedas em meio à incerteza.

Mercado Brasileiro em Alerta: Ações em Destaque em Meio ao Caos Global

A instabilidade internacional reflete-se também na bolsa brasileira. Analistas de mercado observam com atenção o desempenho de ações como VALE3 e BBSE3, em meio a um cenário global considerado caótico. O setor elétrico, em particular, apresenta divisões: a Safra projeta um cenário adverso para Axia (AXIA3) e Copel (CPLE3), enquanto Auren (AURE3) é vista de forma positiva. A Brava Energia (BRAV3) anunciou a aprovação de mais de R$ 57 milhões em dividendos, gerando interesse entre investidores.

Petrobras e o Impacto da Guerra no Irã: Lucros e Perdas

A alta do petróleo impulsiona a Petrobras (PETR3; PETR4), com a XP apontando a estatal e a Prio (PRIO3) como as maiores beneficiadas pela guerra no Irã. No entanto, a gigante brasileira já devolveu um quarto do valor de mercado acumulado desde o início do conflito. Paralelamente, a Raízen (RAIZ4) tem uma nova proposta de reestruturação em análise, conforme informações de bancos credores.

Economia Doméstica e Perspectivas Futuras

No cenário econômico interno, economistas revisaram para cima as projeções de inflação e da taxa Selic, conforme o relatório Focus desta segunda-feira (20). Em Wall Street, as bolsas de Nova York fecharam em queda, reflexo do temor gerado pela situação no Oriente Médio e pela divulgação de balanços corporativos. O mercado de crédito privado também está sob observação, com o Itaú BBA analisando quais elétricas investir, como CPFL, Eletrobras e Taesa, e quais evitar.