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Petróleo dispara acima de US$ 100 e Ibovespa em dólar recua com tensões globais e incertezas na inflação

Mercado sob pressão: Petróleo volta a ultrapassar os US$ 100 o barril

O humor do mercado financeiro azedou nesta quarta-feira (22) com a commodity petróleo superando a marca psicológica de US$ 100 o barril. A escalada nos preços do petróleo, impulsionada por incertezas geopolíticas no Oriente Médio, impactou diretamente os índices acionários globais, levando o Ibovespa, quando medido em dólar, a registrar quedas.

Bolsas internacionais em baixa e Ibovespa em dólar sente o golpe

As bolsas de Nova York fecharam em queda, refletindo o temor crescente com a escalada de tensões no Oriente Médio, mesmo com sinais de cessar-fogo. A Ásia também acompanhou o movimento de baixa. No Brasil, o Ibovespa em dólar não escapou da pressão vendedora, com investidores demonstrando cautela diante do cenário externo instável e da volatilidade nas commodities.

Destaques corporativos e o radar de balanços do 1T26

Apesar do cenário adverso, algumas empresas chamaram a atenção. Bradesco (BBDC4), Raízen (RAIZ4) e Brava Energia (BRAV3) foram citadas entre os destaques do dia. O mercado também está atento aos balanços corporativos do primeiro trimestre de 2026 (1T26), que podem trazer novas oportunidades e volatilidade ao pregão. O BTG Pactual, por exemplo, aponta uma empresa com potencial de alta de até 34% e outra small cap com projeção de 55% de valorização.

Incertezas domésticas e o impacto no Tesouro Direto

No mercado de renda fixa, as taxas do Tesouro Direto avançaram. A alta é atribuída às incertezas no cenário internacional e ao aumento das expectativas para a inflação no Brasil. A Vale (VALE3) também esteve no radar, informando que continuará as negociações com o governo sobre os contratos das ferrovias Carajás e Vitória-Minas. A Refinaria de Mataripe anunciou redução nos preços do diesel S-10 e da gasolina.