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Petróleo despenca mais de 13% em um dia, maior queda desde 2020: Petrobras (PETR4) lidera perdas e Ibovespa reage a tensões globais

Petróleo em Queda Livre: O Impacto no Mercado Brasileiro

O preço do petróleo registrou uma queda vertiginosa de mais de 13% nesta terça-feira (data do ocorrido), marcando a maior desvalorização diária desde o início da pandemia em 2020. A commodity, que vinha sendo influenciada por tensões geopolíticas, sofreu um baque com as notícias de um possível acordo de cessar-fogo entre os Estados Unidos e o Irã. Essa reviravolta impactou diretamente as ações da Petrobras (PETR4), que despencaram mais de 4%, contribuindo para uma perda de valor de mercado de R$ 27,9 bilhões para a empresa, a maior queda intradia em quatro anos.

Ibovespa e Dólar Reagem às Mudanças no Cenário Global

O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, sentiu o peso das perdas da Petrobras e de outras companhias, apesar de ter operado em patamares recordes em outros momentos do dia, impulsionado por negociações entre EUA e Irã. Em contrapartida, o dólar americano fechou em seu menor nível em quase dois anos, refletindo um alívio nas tensões globais e um fluxo de capital para ativos considerados mais seguros. A queda nos juros futuros, que fecharam próximos a 13%, também sinaliza um otimismo moderado no mercado.

Outras Notícias Relevantes no Mercado Financeiro

Enquanto o setor de petróleo vivenciava turbulências, outros segmentos do mercado apresentaram movimentações significativas. A Raízen (RAIZ4) teve a venda de uma usina de geração distribuída aprovada pelo Cade, e a Suzano (SUZB3) viu suas ações caírem após o BofA cortar o preço-alvo. No setor de saúde, a Hapvida (HAPV3) anunciou uma troca de CEO, em meio a críticas à governança, e o JP Morgan avaliou que ativos no Sul pressionam os resultados da companhia. A Petrobras ainda terá 30 dias para uma nova contratação envolvendo a Usina Termelétrica Termoceará.

Perspectivas para Renda Fixa e Small Caps

Em um cenário de volatilidade, investidores buscam refúgio em outras classes de ativos. Títulos de renda fixa com retornos atrativos, como o IPCA+ com potencial de 10%, são recomendados para abril. Para os mais arrojados, o segmento de small caps apresenta 10 ações com potencial de valorização de até 82%, segundo análise do Itaú BBA. No entanto, o crédito privado pode enfrentar desafios devido aos juros altos e a uma lei de falências considerada ‘complacente’, segundo gestores do mercado.