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Mercosul busca acelerar 11 acordos comerciais após adiamento da UE; veja quais países estão na mira

O Mercosul está intensificando seus esforços para fechar novos acordos comerciais com outros blocos e países, após o adiamento das negociações com a União Europeia. A decisão europeia, que visa reavaliar os termos do acordo já negociado, impulsiona o Mercosul a buscar novas oportunidades de expansão e diversificação de suas relações comerciais.

Novas fronteiras para o comércio sul-americano

Fontes indicam que o Mercosul mira a assinatura de até 11 novos acordos comerciais. O objetivo é fortalecer a posição do bloco no cenário global e mitigar os impactos do atraso na ratificação do acordo com a UE. A lista de potenciais parceiros inclui países e blocos estratégicos que podem abrir novos mercados para os produtos sul-americanos e atrair investimentos.

Acordo com a UE: um plano B em andamento

Apesar de o presidente Lula ter expressado expectativa de um acordo com a União Europeia em janeiro, a realidade é que o processo de ratificação enfrenta obstáculos. O adiamento europeu, que pode envolver novas exigências ambientais e sociais, leva o Mercosul a atuar em um plano B, buscando garantias comerciais em outras frentes. A inclusão da Venezuela no Mercosul também foi mencionada pelo presidente, mas com ressalvas.

Um cenário de oportunidades e desafios

Enquanto o Mercosul busca novos acordos, o cenário econômico brasileiro e sul-americano apresenta outros pontos de atenção. O mercado aguarda decisões importantes do Congresso sobre o orçamento de 2026 e as falas de autoridades econômicas, como o ministro Haddad, sobre a política monetária. A volatilidade das taxas de juros e o anúncio de dividendos por empresas como Isa Energia, WEG e outras small caps indicam um dinamismo próprio no mercado financeiro local.

Outros destaques do noticiário econômico e político

No âmbito corporativo, a Tria Energia, da Patria Investimentos, adquiriu uma carteira de comercialização de energia da Raízen. No setor jurídico, uma decisão da Justiça Federal suspendeu o projeto da Samarco em Mariana devido a riscos climáticos, e um ministro do TCU questiona a liquidação do Banco Master pelo Banco Central. O cenário político também trouxe notícias como a autorização da cirurgia de Bolsonaro pelo STF, mas a negação de prisão domiciliar.