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Itaú projeta pausa nos cortes de juros do Fed até definição de novo presidente nos EUA; veja impacto no Brasil e o que o mercado aguarda

Cenário nos EUA e a visão do Itaú

O Itaú Unibanco avalia que o Federal Reserve (Fed), o banco central americano, deve adiar qualquer decisão sobre a continuidade dos cortes na taxa de juros até que haja uma definição sobre a presidência dos Estados Unidos. A incerteza política, somada a outros fatores econômicos, leva o banco a projetar uma pausa no ciclo de afrouxamento monetário, aguardando um quadro mais claro para a política econômica do país.

O que o mercado brasileiro está de olho

Enquanto o Fed avalia seus próximos passos, o mercado brasileiro está atento a outros fatores cruciais. A votação do orçamento de 2026 no Congresso Nacional é um dos principais pontos de atenção, pois definirá o rumo dos gastos públicos e a saúde fiscal do país. Além disso, as falas do secretário de Política Econômica, Guilherme Galípolo, são monitoradas de perto em busca de pistas sobre as diretrizes econômicas do governo.

Destaques do mercado e movimentações corporativas

A semana no mercado financeiro foi marcada por diversas notícias relevantes. A Copasa (CSMG3) ainda não é vista como compra pelo Bradesco BBI, mesmo com a aprovação da lei de privatização. No Ibovespa, a Brava Energia (BRAV3) liderou os ganhos, enquanto a Direcional (DIRR3) teve o pior desempenho. A XP recomenda um fundo imobiliário com potencial de valorização de até 8%. Empresas anunciaram mais de R$ 40 bilhões em proventos, incluindo dividendos, JCP e bonificações, e um fundo imobiliário aprovou um programa de recompra de cotas.

Outras notícias relevantes

O ministro do TCU que questiona a liquidação do Banco Master pelo Banco Central também gerou movimentação. No cenário internacional, americanos enfrentam preços mais altos de café apesar do recuo de tarifas de Trump, e o governo japonês sinaliza intervenção cambial. O BNDESpar indicou o ministro da Defesa de Lula para o conselho da Tupy (TUPY3). Entidades apontam que a greve na Petrobras (PETR4) já causa prejuízos diários de R$ 200 milhões. Pesquisas indicam que 49% acham que Flávio Dino levará sua candidatura até o fim. A isenção de IR e a incerteza com a Selic podem mitigar a desaceleração do PIB em 2026, segundo a G5 Partners. Flávio Dino suspendeu um trecho do PL que liberava R$ 3 bilhões em emendas do orçamento secreto. Por fim, o Corinthians garantiu R$ 98 milhões com o título da Copa do Brasil.