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Itaú projeta pausa nos cortes de juros do Fed até definição de novo presidente dos EUA; mercado de olho no orçamento e Galípolo

Incertezas nos EUA e o impacto na política monetária

O Itaú Unibanco avalia que o Federal Reserve (Fed), banco central dos Estados Unidos, pode pausar o ciclo de cortes de juros até que haja maior clareza sobre o resultado das eleições presidenciais americanas. A definição de um novo presidente pode influenciar a trajetória da política econômica e, consequentemente, as decisões de política monetária. Essa incerteza, somada a outros fatores econômicos, mantém o mercado financeiro em alerta.

Brasil: Orçamento e o olhar em Galípolo

No cenário doméstico, as atenções do mercado se voltam para a votação do orçamento de 2026 no Congresso. A aprovação de um orçamento que atenda às expectativas fiscais é crucial para a estabilidade econômica do país. Além disso, as falas do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e de outros membros da equipe econômica, como Gabriel Galípolo, são monitoradas de perto em busca de sinais sobre os próximos passos da política econômica e fiscal.

Destaques do mercado financeiro brasileiro

O noticiário financeiro da semana foi marcado por diversos eventos relevantes. Empresas anunciaram a distribuição de mais de R$ 40 bilhões em proventos, incluindo dividendos, juros sobre capital próprio (JCP) e bonificações, movimentando o mercado acionário. No setor de fundos imobiliários, houve aprovação de programas de recompra de cotas e recomendações de compra com potencial de valorização. Na bolsa, a Brava Energia (BRAV3) liderou os ganhos do Ibovespa, enquanto a Direcional (DIRR3) apresentou o pior desempenho. O mercado também acompanhou as discussões sobre a liquidação do Banco Master pelo Banco Central e a indicação de um ministro para o conselho da Tupy (TUPY3).

Outros pontos de atenção

A semana mais curta devido ao feriado pode intensificar o acompanhamento de dados econômicos e sinais políticos. No âmbito internacional, o governo japonês sinalizou que tomará medidas contra movimentos excessivos do câmbio, e as exportações alemãs de automóveis foram impactadas por tarifas. No cenário político brasileiro, pesquisas indicam divisões quanto à permanência de candidaturas até o fim. A greve na Petrobras (PETR4) segue gerando custos diários expressivos, e análises apontam que a isenção de Imposto de Renda e a incerteza com a Selic podem mitigar uma desaceleração do PIB em 2026.