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Ibovespa interrompe alta de 7 meses e fecha março em queda com tensão no Oriente Médio; Petrobras e Natura se destacam

Março marca fim de sequência positiva para o Ibovespa

O Ibovespa encerrou o mês de março com uma queda de 0,7%, interrompendo uma sequência de sete meses consecutivos de altas. A instabilidade geopolítica, especialmente a escalada de tensões no Oriente Médio, pesou sobre o apetite ao risco dos investidores e impactou o desempenho do principal índice da bolsa brasileira.

Petrobras e Natura impulsionam o índice apesar do cenário adverso

Em contrapartida, a Petrobras (PETR4) foi um dos grandes destaques positivos do mês, acumulando um ganho de R$ 134 bilhões em valor de mercado e registrando 11 recordes no período. A alta do petróleo, influenciada pela guerra, beneficiou a estatal. Outra empresa que chamou a atenção foi a Natura (NATU3), cujas ações dispararam na bolsa, contribuindo para mitigar o recuo geral do índice.

Analistas apontam volatilidade e aguardam próximos passos da política monetária

O cenário de incerteza com a guerra no Oriente Médio e a política de preços do petróleo continuam no radar dos analistas. A expectativa é que abril siga volátil. O ciclo de corte de juros no Brasil também é um fator observado, com o Itaú avaliando que ele pode se tornar contracionista. Enquanto isso, o Itaú BBA recomenda a compra de ações como Cemig (CMIG4) e Sabesp (SBSP3) para investidores que buscam ganhos expressivos.

Outros destaques do mercado em março

Outras notícias relevantes do mês incluem o anúncio de pagamento de dividendos e juros sobre capital próprio por diversas empresas, como uma small cap que distribuirá R$ 50 milhões e a Riachuelo (RIAA3) com R$ 50 milhões em JCP. O Bradesco (BBDC4) se tornou acionista direto da Odontoprev, e o BRB confirmou que não divulgará seu balanço de 2025 no prazo. A Vale (VALE3), apesar de ter caído em março, segue como favorita entre analistas. A B3 lançou contratos preditivos de dólar, bitcoin e Ibovespa, buscando novas ferramentas para o mercado.