Ibovespa abre 2026 em queda com Petrobras e Vale pesando; dólar recua e Tesouro Direto vê taxas em baixa
Primeiro pregão do ano é marcado por cautela e movimentos mistos nos mercados.
O Ibovespa iniciou o primeiro pregão de 2026 com um viés de baixa, influenciado principalmente pelo desempenho negativo das ações da Petrobras (PETR4) e da Vale (VALE3). As gigantes do setor de commodities, que possuem grande peso no índice, apresentaram desvalorização, refletindo um sentimento de cautela entre os investidores no primeiro dia útil do ano.
Dólar em trajetória de queda e Tesouro Direto atrativo.
Em contrapartida, o dólar demonstrou força, operando em queda e fechando o pregão abaixo dos R$ 5,42. Essa desvalorização da moeda americana frente ao real pode ser atribuída a diversos fatores, incluindo a melhora do apetite por risco em mercados emergentes. Paralelamente, o Tesouro Direto registrou taxas em queda para os títulos prefixados e IPCA+, indicando uma expectativa de juros mais baixos no médio prazo e atraindo investidores em busca de rentabilidade em renda fixa.
Natura (NATU3) avança com venda da Avon International.
Um dos destaques corporativos do dia foi a notícia de que a Natura (NATU3) concluiu a venda da Avon International, recebendo um crédito de US$ 25 milhões. A transação faz parte da estratégia da empresa de reestruturação e foco em seus mercados principais, gerando otimismo em torno de suas perspectivas futuras.
Ouro e IA: Destaques em meio à volatilidade.
O cenário de commodities também viu o ouro disparar, atingindo um novo recorde histórico após um desempenho notável em 2025. Este movimento reforça o papel do ouro como ativo de refúgio em tempos de incerteza. Além disso, uma notícia curiosa chamou a atenção: a possibilidade de inteligências artificiais terem criado um novo milionário através da Mega da Virada 2025, levantando discussões sobre o papel da IA em jogos de loteria.