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Dia Mundial da Doação de Sangue: Saiba como a CLT garante sua ausência no trabalho e o que o mercado financeiro espera para o futuro

Doar sangue: um direito garantido, mas com ressalvas

Neste Dia Mundial da Doação de Sangue, é fundamental lembrar que a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) assegura o direito do trabalhador de se ausentar do serviço para realizar este ato de solidariedade. O artigo 473 da CLT permite uma falta justificada ao empregado, sem prejuízo do salário, por até um dia em cada doze meses, em caso de doação voluntária de sangue.

Contudo, um detalhe crucial surge na interpretação da lei: a ausência é justificada, mas não há previsão de abono salarial. Isso significa que, embora você não sofra descontos no seu salário por faltar para doar, o dia não é remunerado caso sua ausência ultrapasse o limite estabelecido ou se o empregador exigir comprovação específica.

Mercado financeiro em ebulição: Selic, eleições e acordos internacionais

Enquanto a solidariedade move doadores, o mercado financeiro acompanha de perto as movimentações econômicas e políticas. A Focus eleva a projeção da taxa Selic para 13,75%, indicando um cenário de juros altos. No cenário político, o favoritismo de Lula nas pesquisas e os acordos internacionais, como o entre EUA e Irã, impactam diretamente os mercados, com destaque para a queda nos preços do petróleo.

Destaques corporativos e investimentos em foco

As empresas também ditam o ritmo do mercado. A CSN (CSNA3) inicia o processo de venda de ativos de infraestrutura, enquanto fundos imobiliários de papel lideram o ranking de dividendos para 2026. A Embraer vê um de seus aviões ser utilizado em rotas comerciais pela Latam, e a Cury (CURY3) apresenta alta expressiva, contrastando com a Natura (NTCO3) na ponta negativa do Ibovespa. A Petrobras (PETR4) e Prio (PRIO3) lideram quedas, mas a XP mantém otimismo. O Itaú BBA recomenda a compra de Equatorial (EQTL3), Copasa (CSMG3) e outras ações com potencial de retorno superior a 7%.

Imóveis e dívidas: um panorama do setor

O setor imobiliário também chama atenção. Paulo Octávio, ex-vendedor de seguros, constrói um império imobiliário e trilha uma carreira política. Paralelamente, os leilões de propriedades rurais no Brasil disparam, impulsionados pelo avanço da dívida rural. A SLC Agrícola (SLCE3) projeta alta de 1% no valor de suas terras para 2026, atualizando também suas estratégias de hedge.

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