China exige libertação imediata de Maduro pelos EUA em meio a tensões na América Latina

China pede fim da ‘prisão’ de Maduro

A China manifestou forte oposição à detenção de Nicolás Maduro nos Estados Unidos, exigindo sua libertação imediata. A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Mao Ning, declarou que a China se opõe firmemente à interferência dos EUA nos assuntos internos da Venezuela e à imposição de sanções unilaterais, qualificando a prisão de Maduro como um ato de intimidação.

Suprema Corte venezuelana nomeia presidente interino

Em resposta à situação de Maduro, a Suprema Corte da Venezuela determinou que Delcy Rodríguez assuma a presidência interina do país. Essa decisão ocorre em um contexto de crescente instabilidade na América Latina, com analistas apontando que a região se encontra à mercê da intervenção dos EUA.

Coreia do Norte também condena ataques dos EUA

A tensão na Venezuela se estende para além das fronteiras regionais. A Coreia do Norte disparou mísseis balísticos e condenou publicamente os ataques dos EUA contra o país sul-americano. O regime norte-coreano classificou as ações americanas como uma grave provocação e uma violação da soberania venezuelana.

Mercados reagem a tensões e eventos econômicos

Enquanto a diplomacia internacional lida com a crise venezuelana, os mercados financeiros iniciaram o ano com movimentações significativas. O ouro e a prata dispararam no primeiro pregão de 2026 após atingirem recordes históricos em 2025. Na bolsa brasileira, a SLC Agrícola (SLCE3) liderou os ganhos do Ibovespa, enquanto a Natura (NATU3) anunciou a venda da Avon International. A Opep+ manteve a produção de petróleo estável, apesar das turbulências entre seus membros. Investidores também observam a agenda econômica com a divulgação do IPCA e dados do Payroll, além das recomendações de analistas para ações e small caps.

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