Casa Branca Define Conselho para Gaza Sob Plano Trump; Tensões Globais e Economia Brasileira em Destaque
Conselho para Gaza: Nova Estratégia em Discussão
A Casa Branca divulgou os nomes que integrarão um conselho com o objetivo de gerenciar a Faixa de Gaza, como parte de um plano proposto pela administração Trump. A iniciativa busca estabelecer uma nova estrutura de governança na região, em meio a um cenário geopolítico complexo e de longa data. Os detalhes sobre a atuação e as responsabilidades deste conselho ainda estão sob análise, mas a medida sinaliza uma tentativa de avanço nas discussões sobre o futuro da área.
Mercados Globais e Alertas de Risco
No cenário econômico internacional, o petróleo registrou alta antes de um fim de semana prolongado nos Estados Unidos, refletindo as dinâmicas do mercado energético. Paralelamente, a agência de aviação dos EUA emitiu alertas a companhias aéreas sobre voos na América Central e do Sul, diante de possíveis ações militares na região, adicionando uma camada de incerteza geopolítica.
Economia Brasileira: Destaques e Preocupações
No Brasil, o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) superou as expectativas, indicando um desempenho mais robusto da economia. No entanto, o mercado também está atento ao alerta de risco sistêmico no caso Master, com a perícia da nova fase da Compliance Zero podendo se estender por até seis meses. O Ibovespa, por sua vez, cedeu à pressão de ações como Vale (VALE3), afastando-se de recordes e fechando em queda, enquanto o dólar subiu para R$ 5,37.
Setores em Foco no Brasil
O setor imobiliário brasileiro apresenta sinais mistos. A Eztec (EZTC3) reportou um crescimento expressivo de 200% em lançamentos no quarto trimestre de 2025 e um aumento de 41% nas vendas. Contudo, novas regras para o ITCMD e o ITBI, que já entraram em vigor, podem encarecer heranças e a compra de imóveis. Fundos imobiliários também movimentam o mercado, com um fundo anunciando atraso no recebimento de CRI e outro vendendo uma agência do Banco do Brasil por R$ 13 milhões. A Brava Energia (BRAV3) realizou um desembolso de US$ 450 milhões para a aquisição de ativos da Petronas. Para o agronegócio, a perspectiva de aumento na carga fiscal em 2026 gera atenção e debate sobre as mudanças futuras.