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BTG Pactual e Bracell Lideram Investimento de R$ 1,5 Bilhão para Recuperar Pastagens Degradadas no Cerrado

BTG Pactual e Bracell unem forças em projeto ambicioso

O BTG Pactual e a Bracell anunciaram uma parceria estratégica para estruturar uma operação financeira de R$ 1,5 bilhão. O montante será destinado à recuperação produtiva de áreas degradadas no bioma Cerrado, por meio do segundo leilão do programa Eco Invest Brasil. Esta iniciativa representa a maior alocação privada na atual rodada do programa federal e marca um passo significativo na busca por soluções financeiras para a restauração ambiental em larga escala no Brasil.

Recuperação e expansão produtiva no Cerrado

O projeto concentrará esforços na recuperação de aproximadamente 54 mil hectares de pastagens degradadas localizadas em Mato Grosso do Sul. Os recursos da Bracell serão direcionados para a conversão dessas áreas degradadas em florestas produtivas, com um forte compromisso com o manejo sustentável e o monitoramento rigoroso dos impactos socioambientais. Essa abordagem visa demonstrar que o crescimento do setor florestal pode e deve andar de mãos dadas com a recuperação de áreas já impactadas, evitando a expansão sobre novas fronteiras agrícolas.

BTG Pactual impulsiona o Eco Invest Brasil

A operação com a Bracell faz parte de um movimento maior liderado pelo BTG Pactual no programa Eco Invest Brasil. No leilão, o banco conseguiu captar R$ 2,1 bilhões em capital catalítico. Somados aos recursos privados mobilizados, o montante total destinado à recuperação produtiva de áreas degradadas no país deve atingir R$ 4,9 bilhões. Com esses fundos, o BTG estima viabilizar a recuperação de cerca de 164 mil hectares em todo o território nacional, evidenciando o potencial de instrumentos financeiros inovadores para destravar projetos de sustentabilidade de grande porte.

Sinergia entre finanças e sustentabilidade

Claudio Pitchon, VP de Finance Banking da Bracell, destacou a importância da parceria para ampliar projetos de restauração produtiva de forma estruturada e com impacto ambiental positivo mensurável. Rogério Stallone, sócio e head de Crédito do BTG Pactual, ressaltou que a operação demonstra como instrumentos financeiros bem desenhados, combinados com mecanismos catalisadores como o Eco Invest, podem viabilizar projetos que antes não avançariam. Rafaella Dortas, sócia e responsável por ESG no BTG Pactual, reforçou que a iniciativa comprova a possibilidade de aumentar a produtividade sem a necessidade de expansão sobre novas áreas, aliando eficiência, inovação e melhores práticas de manejo.