Trump aposta em novo acordo com o Irã
O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que um novo acordo com o Irã seria superior ao anterior, alimentando expectativas no cenário internacional. A afirmação surge em meio a crescentes tensões entre os EUA e o país persa, com o fechamento do Estreito de Ormuz elevando o preço do petróleo em 5%. A instabilidade global também impacta o mercado brasileiro, com analistas de olho em ações específicas.
Mercado brasileiro em compasso de espera: Ibovespa sobe, dólar cai
Apesar das incertezas geopolíticas, o Ibovespa fechou em alta, impulsionado principalmente pelas ações da Petrobras (PETR4). A gigante estatal, que havia devolvido parte do valor de mercado ganho desde o início da guerra no Irã, mostrou força e contribuiu para o avanço do índice. O dólar, por sua vez, apresentou queda, fechando a R$ 4,97, refletindo um cenário de maior estabilidade cambial no dia.
Ações brasileiras em foco: do setor elétrico a dividendos
O noticiário corporativo também trouxe movimentações relevantes. No setor elétrico, o Safra avaliou o impacto de eventos para Axia (AXIA3), Copel (CPLE3) e Auren (AURE3). A Copasa (CSMG3) tranquilizou o mercado quanto à desestatização, enquanto a Brava Energia (BRAV3) aprovou dividendos expressivos. Movimentações de participação acionária também chamaram atenção, com a Squadra elevando sua fatia na Multiplan (MULT3) e o Bradesco (BBDC4) adquirindo participação na Tivio Capital.
Outros destaques: inflação, agronegócio e tecnologia
Economistas revisaram para cima as projeções de inflação e Selic, conforme o Boletim Focus. Em um contexto de inovações, cientistas descobriram uma ‘fábrica natural de ouro’ no fundo do mar. No mundo da tecnologia, a Apple anunciou mudanças na liderança, com John Ternus assumindo como CEO. O debate sobre o volume de investidores em Bitcoin versus agronegócio também marcou a semana, com o deputado Octaciano Neto comentando o cenário.