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Primeira Turma do STF decide futuro da prisão domiciliar de Bolsonaro; Ibovespa reage a tensões globais e balanços corporativos

STF julgará pedido de prisão domiciliar de Bolsonaro

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) tem em pauta o julgamento de uma decisão proferida pelo Ministro Alexandre de Moraes, que negou o pedido de prisão domiciliar para o ex-presidente Jair Bolsonaro. A decisão do colegiado poderá ter implicações significativas no cenário jurídico e político do país.

Mercado financeiro volátil com influências externas e internas

O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, apresentou forte volatilidade nos últimos dias. A escalada das tensões no Oriente Médio, com possíveis desdobramentos na guerra entre EUA e Irã, impactou negativamente o índice, que chegou a tombar mais de 3% e 4% em determinados momentos. A alta do dólar, superando os R$ 5,30, também refletiu esse cenário de aversão ao risco. Por outro lado, notícias sobre um possível fluxo de petróleo no Estreito de Ormuz e uma possível trégua no conflito trouxeram algum alívio, fazendo o Ibovespa subir mais de 1% e o dólar recuar.

Resultados corporativos e perspectivas de investimento em foco

Em meio às turbulências externas, o mercado também digere os resultados do quarto trimestre de 2025 (4T25) de diversas empresas listadas na B3. A PagBank (PAGS34) anunciou um lucro de R$ 678 milhões, com avanço no setor de crédito. A Ultra (UGPA3) apresentou resultados dentro do esperado e prevê investimentos expressivos para 2026. A Raízen (RAIZ4) confirmou a avaliação de um aporte de R$ 4 bilhões e reestruturação de dívidas. O Ibovespa acompanha de perto essas divulgações e as projeções de analistas.

Projeções e recomendações de analistas

A XP aumentou sua projeção para o Ibovespa para 196 mil pontos, mas alerta para uma possível correção no curto prazo. O mercado também repercute recomendações de analistas sobre ações com potencial de valorização e distribuição de dividendos. O Bradesco BBI destacou uma ação com potencial de alta de 50% em 2026 e dividendos elevados, enquanto o Safra apontou uma elétrica que combina crescimento e dividendos. A Planner sugeriu cinco ações para março com dividendos de até R$ 2,75 por ação.

Outras notícias relevantes do mercado

O Senado ratificou o acordo comercial Mercosul-UE, aguardando promulgação. O conselho formado por AGU, Fazenda e Planejamento reduziu em R$ 1,25 trilhão o risco fiscal da União. A Nomad lançou seguro de vida em dólar em parceria com uma seguradora digital. O Ibama negou a emissão de licença para operação de trecho da EFC da Vale (VALE3) em terra indígena. A Inpasa, empresa de etanol, formou um novo conselho consultivo focado em crescimento.