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Pesquisa Futura/Apex: Lula lidera intenções de voto para presidente com 42,7%; Flávio Bolsonaro tem 35,6% no 1º turno

Lula Lidera Intenções de Voto para Presidência em Pesquisa Futura/Apex

Ex-presidente alcança 42,7% no primeiro turno, enquanto Flávio Bolsonaro registra 35,6%. Cenário de segundo turno favorece Lula contra todos os adversários.

Intenções de Voto no Primeiro Turno

A mais recente pesquisa de intenções de voto divulgada pela Futura/Apex aponta Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança para a corrida presidencial, com 42,7% das preferências. Em segundo lugar aparece o senador Flávio Bolsonaro (PL), com 35,6%.

Desempenho no Segundo Turno

As simulações para um eventual segundo turno indicam que Lula teria vantagem sobre todos os seus potenciais oponentes. O levantamento não detalha os percentuais específicos contra cada adversário, mas reforça a posição de liderança do petista no cenário de decisão.

Contexto Político e Econômico

A pesquisa é divulgada em um momento de atenção aos desdobramentos econômicos e políticos, tanto no Brasil quanto no cenário internacional. Notícias como a aprovação de Juros sobre Capital Próprio (JCP) pelo Banco do Brasil, a divulgação de resultados da J&F após reestruturação, e as projeções da XP para a taxa Selic e inflação ao final de 2026, compõem o pano de fundo econômico.

Repercussões Internacionais

No âmbito internacional, o mercado reage à expectativa de um acordo entre Estados Unidos e Irã, que impulsionou as bolsas em Wall Street, com o Dow Jones atingindo um novo recorde. Paralelamente, a aprovação de um desembolso imediato de US$ 1 bilhão pelo FMI para a Argentina é vista como um “voto de confiança” ao país sul-americano. Na Europa, as bolsas também operam em alta com a esperança de um acordo de paz no Oriente Médio.

Outros Fatos Relevantes

A notícia econômica também destaca a suspensão da tributação sobre distribuição de dividendos pela Justiça Federal, a marcação de leilões de concessão e partilha de petróleo pela ANP, e o estabelecimento de prazos pelo Ministério da Previdência para análise de benefícios do INSS. A defesa de Vorcaro sofreu revés com a rejeição de acordo de delação premiada pela Polícia Federal.