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Milei critica Mercosul e aponta União Europeia como exemplo de lentidão do bloco sul-americano

**Críticas à burocracia do Mercosul**

O presidente da Argentina, Javier Milei, voltou a expressar seu descontentamento com o Mercosul, apontando a lentidão do bloco sul-americano em firmar acordos comerciais. Em suas declarações, Milei citou a relação entre o Mercosul e a União Europeia como um exemplo da morosidade que, segundo ele, prejudica o desenvolvimento econômico da região.

O mandatário argentino defende uma abordagem mais ágil nas negociações, visando destravar o potencial econômico dos países membros. A crítica de Milei se alinha com sua visão liberal de mercado e seu desejo de maior integração com potências globais, sempre que os acordos sejam vantajosos e rápidos.

**Acordo Mercosul-União Europeia em pauta**

A declaração de Milei surge em um momento em que as negociações entre o Mercosul e a União Europeia continuam em andamento, com expectativas de um acordo em janeiro, conforme mencionado pelo presidente Lula. No entanto, o clima político e as diferentes visões sobre o papel da Venezuela no bloco criam incertezas.

Milei tem sido um crítico vocal da inclusão da Venezuela no Mercosul, alinhando-se com a pressão dos Estados Unidos e de figuras como Donald Trump para a libertação do povo venezuelano. Essa divergência de opiniões sobre a Venezuela adiciona uma camada de complexidade às já desafiadoras negociações comerciais.

**Outros destaques do noticiário econômico**

Enquanto o Mercosul discute seus rumos, o cenário econômico brasileiro também apresenta movimentações importantes. O mercado aguarda a votação do orçamento de 2026 no Congresso, com atenção especial às falas do secretário de Política Econômica, Guila Galípolo, sobre a taxa Selic. A decisão sobre a taxa básica de juros permanece em aberto, gerando expectativas no setor financeiro.

No mercado de ações, a Brava Energia (BRAV3) lidera os ganhos do Ibovespa, enquanto a Direcional (DIRR3) registra o pior desempenho da semana. Destaques corporativos incluem o pagamento de Juros sobre o Capital Próprio pela Isa Energia (ISAE4) e o anúncio de dividendos pela WEG (WEGE3), que distribuirá R$ 5,2 bilhões até 2028. A Tria Energia, ligada à Patria Investimentos, também anunciou a compra de uma carteira de energia da Raízen (RAIZ4).