Iguatemi (IGTI11) Apresenta Crescimento Expressivo no Lucro Trimestral
O Iguatemi (IGTI11) divulgou seus resultados referentes ao primeiro trimestre de 2026, reportando um lucro líquido expressivo de R$ 238 milhões. Este valor representa um aumento de 121% em comparação com o mesmo período do ano anterior, superando as expectativas do mercado e demonstrando a forte recuperação e expansão do setor de shoppings centers.
Balanços do 1T26 Movimentam o Mercado Financeiro
Os resultados do Iguatemi se somam a uma série de divulgações financeiras positivas de outras empresas. A TIM (TIMS3) registrou lucro de R$ 821 milhões, com alta anual de 1,3%, enquanto o Grupo Latam alcançou um lucro líquido de US$ 576 milhões. O Banco Bmg (BMGB4) também demonstrou força, com um aumento de 28% no lucro do 1T26. A BB Seguridade (BBSE3) apresentou lucro de R$ 2,2 bilhões, em linha com as projeções.
Petrobras e Outras Empresas Mostram Desempenho Robusto
No setor de óleo e gás, a PRIO (PRIO3) teve um aumento de 33% em seu lucro, atingindo US$ 460 milhões, impulsionado pelo preço do petróleo e pela eficiência operacional. A Petrobras (PETR4) também é esperada para entregar um trimestre forte, com potencial para dividendos robustos, segundo análises do BTG. A C&A (CEAB3) triplicou seu lucro e anunciou recompra de ações, enquanto a Tenda (TEND3) lucrou R$ 183,4 milhões, superando expectativas.
Mercado de Renda Fixa e Criptomoedas em Destaque
O cenário econômico também é marcado pela atenção aos títulos de renda fixa, com a XP recomendando opções para maio, incluindo títulos com IPCA+ de 10,98%. No mercado de criptomoedas, o Bitcoin (BTC) testa uma resistência chave nos US$ 80 mil, com projeções de rompimento de novos patamares de preço. A Agibank (AGBK) reportou lucro líquido de R$ 186,5 milhões, apesar de uma queda anual de 47,7%.
Desenrola Brasil Amplia Ações para Renegociação de Dívidas
Em paralelo aos resultados corporativos, o governo editou um decreto que retoma o programa Desenrola Rural e anuncia o Desenrola 2.0, com descontos de até 90% para dívidas, visando auxiliar na renegociação e quitação de débitos em diferentes faixas de endividamento.