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Juros Futuros em Queda: Dólar e Fim da Guerra no Irã Sinalizam Alívio nos Rendimentos

Mercado Financeiro Respira Aliviado

Os juros futuros registraram uma queda significativa, impulsionados pela percepção de um arrefecimento no conflito entre o Irã e os Estados Unidos. A divulgação de declarações mais amenas por parte do presidente americano, Donald Trump, sobre a situação no Oriente Médio, contribuiu para a redução da volatilidade nos mercados globais e, consequentemente, no Brasil.

Dólar em Baixa e Impacto na Selic

A desescalada das tensões geopolíticas também favoreceu a valorização do real frente ao dólar, que operou em queda durante o pregão. Essa combinação de fatores – menor aversão ao risco e um real mais forte – tende a pressionar os juros futuros para baixo, refletindo uma expectativa de menor inflação e, possivelmente, um ciclo de aperto monetário menos intenso por parte do Banco Central. Apesar disso, o Relatório Focus revisou novamente as projeções para a taxa Selic para cima, indicando que a inflação e as incertezas internas ainda pesam nas expectativas dos economistas.

Petróleo e o Ibovespa

O preço do petróleo, que havia disparado com o início das hostilidades no Oriente Médio, também apresentou uma forte correção, caindo mais de 6% após os comentários de Trump. A queda nas cotações do barril de petróleo Brent, que chegou a ultrapassar os US$ 100, impactou positivamente empresas do setor, como a Petrobras, que viu suas ações subirem. O Ibovespa, que opera em novo horário de negociação desde esta segunda-feira (9), acompanhou o movimento de recuperação, influenciado também por outras notícias corporativas, como a cobertura de quatro analistas para um banco com potencial de dobrar de preço e a negociação de venda de uma subsidiária da Grendene nos EUA.

Visão Defensiva e Ratings

Em meio à instabilidade, gestoras como a BNP Paribas Asset adotam uma postura mais defensiva, evitando “apostas binárias” diante da guerra no Irã. Enquanto isso, agências de classificação de risco como a Fitch reiteram o rating BB+ da Sabesp, destacando a resiliência da demanda e a escala das operações da companhia. A Fitch também sinaliza que, embora haja interesse em elevar o rating do Brasil, isso não deve ocorrer neste ano, segundo entrevista ao portal. Outros destaques do dia incluem Braskem, Banco do Brasil e Casas Bahia.