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Irã Fecham Estreito de Ormuz: Guerra EUA-Irã Impacta Bolsas, Petróleo e Ações Brasileiras

Tensões Geopolíticas Elevam Preço do Petróleo e Ameaçam Rotas Marítimas

A escalada das tensões entre Irã e os Estados Unidos, com a ameaça de fechamento do Estreito de Ormuz, principal rota de exportação de petróleo do mundo, impulsionou o preço do barril para mais de 3% de alta. Essa instabilidade no Oriente Médio reflete diretamente nos mercados globais, com bolsas europeias em queda e investidores buscando refúgio em ativos como o ouro, que também registrou valorização.

Ibovespa em Montanha-Russa: Guerra e Desemprego Pressionam Índice

O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, opera em meio à incerteza gerada pelo conflito. A guerra no Oriente Médio, que caminha para o primeiro mês, somada ao aumento do desemprego no Brasil e ao prejuízo da Braskem no quarto trimestre de 2025, criam um cenário de volatilidade. Analistas do Safra projetam o Ibovespa aos 220 mil pontos, indicando potencial de alta, mas o cenário externo exige cautela.

Dividendos e Ações em Destaque: Bradesco, Copel e Vale no Radar

Apesar do cenário turbulento, algumas empresas brasileiras chamam a atenção. O Bradesco anunciou R$ 3 bilhões em juros sobre capital próprio, enquanto a Copel pode distribuir dividendos expressivos, segundo cálculos do BTG. A Vale é vista como uma ‘vencedora’ na turbulência global, com potencial para dividendos extraordinários. O Goldman Sachs, por sua vez, destaca o Brasil como um diferencial entre os mercados emergentes, recomendando ações para aproveitar o fluxo de capital.

Impacto nos Combustíveis e Empresas: Margens Ampliadas e Ações em Observação

A continuidade da guerra no Oriente Médio beneficia a Braskem, com a expectativa de alta nos spreads. Distribuidoras e postos de combustíveis ampliaram suas margens de lucro em 37% desde o início do conflito. No entanto, a Hapvida teve seu preço-alvo cortado pelo Citi após dados do quarto trimestre, levantando questões sobre a recomendação de venda. O IRB(Re) está entre as quatro ações que podem dar adeus ao Ibovespa em maio, segundo análise do Itaú BBA.