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Ibovespa Recua 1% Pressionado por IPCA-15 e Tensões Globais; Vale, Petrobras e Raízen em Destaque

Inflação e Geopolítica Afetam o Mercado

O Ibovespa operou em queda de 1% nesta segunda-feira (27), influenciado pela divulgação do IPCA-15, que veio acima do esperado, e pela crescente tensão no Oriente Médio, com a saída dos Emirados Árabes Unidos da OPEP+. Esses fatores globais somam-se às incertezas internas, como o cenário eleitoral e a volatilidade em setores específicos da economia brasileira.

Destaques Corporativos e Setoriais

A temporada de balanços segue movimentada, com Vale (VALE3), Santander (SANB11) e WEG (WEGE3) entre as empresas que apresentarão seus resultados nesta semana. A Vale, em particular, tem seu balanço sob os holofotes. A Petrobras (PETR4) anunciou que a isenção de PIS/Cofins para a gasolina pode ser suficiente para manter os preços estáveis, projetando o barril de petróleo a US$ 70. Por outro lado, a Raízen (RAIZ4) enfrentou quedas significativas em suas ações, com especulações sobre a contratação de consultorias financeiras para reestruturação. A Cogna (COGN3) anunciou o pagamento de dividendos no valor de R$ 28,6 milhões.

Ações e Setores em Foco

Construtoras registraram quedas expressivas, impactadas por fatores ainda não totalmente esclarecidos pelo mercado. A Gerdau (GGBR4) demonstrou otimismo com o cenário brasileiro, após medidas governamentais para conter a importação de aço chinês. A Assaí (ASAI3) viu suas ações recuarem mesmo após a divulgação de um lucro de R$ 86 milhões no primeiro trimestre de 2025. Em contrapartida, a Cosan (CSAN3) avançou cerca de 2%, impulsionada pelo anúncio do IPO da sua subsidiária Compass.

Cenário Político e Econômico Interno

No âmbito político, o governador Romeu Zema (Novo) manteve sua postura crítica ao STF durante a Agrishow, mas evitou comentários sobre a escala 6×1 e a vice-presidência. A Receita Federal divulgou que a arrecadação do governo federal bateu recorde em março, com um aumento de 4,99%. Externamente, Wall Street fechou sem direção definida, com o Nasdaq e o S&P 500 atingindo novos recordes, demonstrando um otimismo em mercados internacionais que contrasta com a cautela local.