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Ibovespa fecha semana em alta de quase 2% apesar de queda diária; Dólar avança e fecha a R$ 5,22 com aversão ao risco

Mercado acionário em compasso de espera

O Ibovespa encerrou a semana com um saldo positivo, impulsionado por notícias corporativas e um cenário internacional que, apesar de volátil, permitiu ganhos. No entanto, a sexta-feira foi marcada por um recuo, refletindo a aversão ao risco que também afetou as bolsas em Wall Street. A cautela com o setor de tecnologia e a divulgação de dados de inflação nos EUA mais fracos do que o esperado contribuíram para um fechamento sem sinal único em Nova York.

Destaques corporativos e movimentos do mercado

A semana foi agitada para algumas das maiores empresas brasileiras. A Vale (VALE3) anunciou que prevê a recuperação operacional de suas minas suspensas em Minas Gerais em até três semanas, buscando mitigar os impactos de recentes paralisações. Em contrapartida, a empresa reportou um prejuízo bilionário, impactando o desempenho das ações. O Banco do Brasil (BBAS3) também esteve no centro das atenções, com notícias sobre a possível liquidação do Master, que pode custar R$ 5 bilhões ao banco, e quedas expressivas em suas ações e nas da BB Seguridade (BBSE3).

Dividendos e resultados impulsionam ou pressionam ações

O mercado de dividendos apresentou movimentos mistos. O IRB (Re) (IRBR3) divulgou um lucro de R$ 143 milhões no quarto trimestre de 2025 e sinalizou o retorno à distribuição de proventos, o que pode ser um fator positivo para seus acionistas. Em contraste, um fundo imobiliário anunciou o menor dividendo em quase três anos, enquanto o IFIX, índice dos fundos imobiliários, conseguiu voltar ao campo positivo. A Petrobras (PETR4) também atualizou os valores por ação de Juros sobre Capital Próprio (JCP) a serem pagos aos acionistas neste mês.

Cenário macroeconômico e o dólar

A valorização do dólar a R$ 5,22 foi influenciada pela aversão ao risco global e pelas expectativas em relação às próximas decisões do Federal Reserve (Fed) dos Estados Unidos. O Ministério da Fazenda também divulgou correções em projeções de resultados de estatais no decreto de programação orçamentária para 2026, adicionando mais um elemento ao complexo cenário macroeconômico que direciona os fluxos de investimento e a cotação da moeda estrangeira no Brasil.