CSN Mineração anuncia programa de recompra de ações
A CSN Mineração (CMIN3) divulgou nesta terça-feira (21) a aprovação de um novo programa de recompra de ações. A companhia poderá adquirir até 50 milhões de suas próprias ações, o que representa aproximadamente 4,95% do total de ações em circulação e 5,03% das ações em tesouraria. O programa terá validade de 18 meses, com o objetivo de otimizar a estrutura de capital da empresa e, potencialmente, aumentar o retorno aos acionistas.
Mercado de olho em outros movimentos da bolsa
Enquanto a CSN Mineração foca em seu programa de recompra, o Ibovespa opera em um dia de volatilidade, influenciado por diversos fatores. Notícias sobre a Nvidia, o cenário político brasileiro com o favoritismo de Lula e a tensão geopolítica entre Estados Unidos e Irã estão no radar dos investidores. A J&F SA também chamou atenção ao divulgar seus primeiros resultados após uma reestruturação corporativa, e a Cosan apresentou forte alta após sinalizações sobre suas controladas Rumo e Raízen.
Destaques e movimentações no setor de varejo e energia
O setor de varejo teve destaque negativo com a divulgação de resultados do primeiro trimestre de 2026. Magazine Luiza (MGLU3) e Casas Bahia (BHIA3) foram apontados como os principais afetados, segundo análise do Safra. Em contrapartida, farmacêuticas apresentaram um desempenho mais positivo. No setor de energia, a Petrobras (PETR4) se defendeu de críticas sobre seu crescimento, comparando-o favoravelmente ao do agronegócio. A WEG (WEGE3) também foi destaque com o Scotiabank iniciando cobertura com recomendação de compra, apostando no boom da inteligência artificial.
Outras notícias relevantes do dia
O mercado imobiliário também registrou movimentações, com um fundo imobiliário sendo notificado sobre a saída de um locatário responsável por 22% de sua receita. O setor de mobilidade foi impactado pela notícia de que o governo lançará um programa bilionário para a troca de carros de aplicativos. A Locaweb (RENT3) enfrenta desafios apontados pelo JP Morgan. Em um cenário macroeconômico, fontes indicam que um aumento de juros pelo Banco Central Europeu (BCE) em junho está quase certo, mas a decisão de julho permanece em aberto.