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Banco do Brasil Supera R$ 3 Bilhões em Propostas na Agrishow, Reforçando o Apetite por Crédito no Agronegócio

BB Alcança Marca Histórica em Feira Agrícola

O Banco do Brasil (BBAS3) celebrou um marco significativo durante a Agrishow, em Ribeirão Preto (SP), ao ultrapassar a marca de R$ 3 bilhões em propostas de financiamento. O resultado expressivo foi alcançado ainda na tarde de quinta-feira (30), antes do encerramento oficial do evento, superando as expectativas iniciais da instituição financeira.

Apetite por Crédito e Diversidade de Investimentos

As propostas aprovadas cobrem uma ampla gama de necessidades do setor, incluindo financiamentos para aquisição de máquinas agrícolas, projetos de armazenagem, sistemas de irrigação, implementação de novas tecnologias e custeio de safra. O volume reflete o contínuo interesse por crédito no agronegócio, mesmo diante de um cenário econômico desafiador, e atende desde pequenos produtores familiares até grandes conglomerados do setor.

Parceria Estratégica com o Campo

Délio Cirino, superintendente de varejo do Banco do Brasil para o interior de São Paulo, destacou o papel do banco como um parceiro estratégico do agro. “Esse resultado reforça o papel do BB como parceiro estratégico do agro, com presença próxima ao cliente e capacidade de atender bem desde a agricultura familiar até os grandes produtores. Seguimos comprometidos em apoiar o desenvolvimento sustentável do campo”, afirmou Cirino. A atuação do BB na feira evidencia sua longa trajetória e solidez como um dos principais financiadores do agronegócio brasileiro.

Recomendações para Produtores Alavancados

Para produtores que buscam otimizar sua situação financeira, o Banco do Brasil sugere, através de seu vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar, a renegociação de dívidas com prazos mais longos. A instituição mencionou a Medida Provisória 1314, que já viabilizou R$ 36,6 bilhões em renegociações e novas contratações, sendo a maior parte com taxas pós-fixadas, que se beneficiam da queda da taxa Selic. Além do alongamento de dívidas, o banco recomenda o ajuste de caixa, a revisão de custos e, em alguns casos, a liquidação de ativos imobilizados para reequilibrar as finanças.