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Armínio Fraga Cobra Meta de Queda da Dívida Pública no Arcabouço Fiscal para Acalmar o Mercado

Críticas ao Arcabouço Fiscal

O economista Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central, expressou a necessidade de que o novo arcabouço fiscal brasileiro inclua uma meta clara para a redução do endividamento público. Segundo Fraga, a ausência de um objetivo explícito de queda da dívida pode comprometer a credibilidade das contas públicas e a confiança dos investidores na economia do país.

Importância da Meta de Dívida

Para Fraga, a inclusão de uma meta de redução do endividamento não é apenas um detalhe técnico, mas um elemento crucial para garantir a sustentabilidade fiscal a longo prazo. Ele argumenta que um compromisso explícito com a diminuição da dívida pública sinaliza responsabilidade e previsibilidade, fatores essenciais para atrair investimentos e manter a estabilidade econômica.

Reações do Mercado e Perspectivas

A declaração de Fraga surge em um momento de atenção redobrada do mercado financeiro às políticas econômicas do governo. Embora o Ibovespa tenha atingido recordes e o dólar tenha apresentado queda, com o Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, provocando o mercado com o desempenho positivo, a percepção de alguns analistas é que a solidez fiscal de longo prazo ainda gera dúvidas. A demanda por maior clareza nas metas de endividamento reflete o desejo por um ambiente econômico mais estável e previsível.

Outros Destaques do Mercado

Em um cenário de notícias econômicas diversas, o mercado acompanhou a alta do IPCA, a oscilação do Tesouro Direto e a divulgação de resultados de empresas como BB Seguridade e Klabin, que apresentou queda no lucro. A Inter&Co (INBR32) se destacou com lucro recorde e anúncio de dividendos. No setor industrial, os preços subiram no fim do ano, mas a indústria fechou 2025 em baixa. Em âmbito internacional, mercados de apostas indicam alta probabilidade de um novo shutdown nos EUA, enquanto a crise do vinho na Argentina impacta o consumo.